Série vício do mês: Stranger Things

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Confesso que eu tinha um pouco de preconceito com Stranger Things. Eu sabia que a série tinha uma pegada meio extraterrestre, meio ficção científica, e confesso que essa não é muito a minha praia. Mas t-o-d-o mundo estava falando dessa série, então precisava matar minha curiosidade e saber se realmente era tudo isso que falavam. E é!

A série começa com o desaparecimento de Will, de 12 anos, na fictícia cidade de Hawkigs, Indiana, que quase não possui ocorrência de crimes. A polícia local, a família de Will e seus amigos começam a buscar o paradeiro dele e quando coisas esquisitíssimas começam a acontecer na cidade. Eles se decorrem então com experimentos secredos do governo, forças sobrenaturais e muito mistério

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winona-ryder-stranger-things.jpgE esse foi o primeiro ponto positivo pra mim. Sou uma pessoa ansiosa e várias vezes vou dormir muito mais tarde que deveria pra dar um gás naquela série de episódios eternos. Stranger Things é curtinha – são 8 episódios – o que faz com que seja fácil acabar com a série em um fim de semana. E por só ter 8 episódios, em todos há emoção. Não existe aquela sensação de que os autores estão enrolando só pra ter mais episódios, sabe?

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Mais exatamente no ano de 1983. E muito além do figurino e dos penteados da época – que geralmente são retratados em séries e filmes de época, o que faz de Stranger Things uma série especial é que também resgata “febres”, manias e parabóias da época. Jogos de RPG e Atari, experimentos militares secretos, walkie-talkies, toca-fitas, realidades paralelas… São alguns dos exemplos que você vai ver na série. E isso faz com que o espectador mergulhe fundo na atmosfera da época. Uma delícia!

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header3-stranger-things-80s-movies.jpgBom, uma série que tem no elenco Winona Ryder não é de se esperar pouco, não é mesmo? Além dela, a série possui grande elenco, mas o destaque vai por carisma dos atores mirins. Finn Wolfhard (Mike), Millie Bobbie Brown (Eleven), Gaten Matarazzo (Dustin), Caleb McLauhlin (Lucas) e Noah Schnapp (Will) dão um show à parte. É muito carisma, talento e fofura pra atores tão pequenos, gente!

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Além da trilha sonora de abertura, que já dá um frio na espinha, a trilha sonora é marcada por clássicos do rock da época, como The Clash, Echo and The Bunnyman e Joy Division. É bem difícil acabar um episódio e não sair cantarolando “Should I stay or should I go now”.
A trilha sonora é tão boa que a Netflix fez uma playlist no Spotify chamada “Stranger Things” e que já tem mais de 160 mil seguidores!

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stranger-thingsA primeira referência é já na abertura da série, que foi inspirada no trabalho de Richard Greenberg, criador de aberturas como Alien, Superman, Os Goonies e Viagens Alucinantes. E essa foi só a primeira das muitas referências usadas na série, com destaque para Stephen King, Steven Spielberg e John Carpenter. Além deles, há referências de “Poltergeist”, “O Enigma do Outro Mundo”, “E.T.”, “O Senhor dos Anéis”, “Star Wars”, “Cosmos”, “Arquivo X”, “Super 8”, “Resident Evil”, “Silent Hill”, “Sob a Pele”… Ufa! E mesmo com tantas referências, a série não perde sua identidade própria!

Se você ainda não viu Stranger Things, corre já pro Netflix! Pouca gente no mundo ainda não assistiu essa série incrível!

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